Hoje revi o portifólio, reli os textos daqui. Deu saudade de postar, de criar com palavras e não com imagens. Ando meio sem inspiração pra ambas as atividades.
Tenho que alertar: criar cansa. Tirar coelhos da cartola diariamente (coelhos azuis, roxos, pardos, listrados, de poás, com cara de girafa, com asa e sem rabo, cada um obrigatoriamente diferente do outro) é trabalho de gente doida. E eu não sou doida o suficiente.
Não me leve a mal: sou uma ótima mágica. Pelo menos, gosto de pensar que sou. Só não consigo fazer tantos shows por dia.
Estamos selecionando designer lá na Multi. É, eu tô saindo, passando de fase, mudando o rumo. Mudando de cidade, de país, de língua. Vou pro Canadá (que nem Luíza). Vou fazer diferente.
Enfim, voltando ao assunto, estamos selecionando. E uma coisa é certa: tem muitos profissionais bons por aí. Mas sabe o que é mais certo ainda? Tem muito mais (MUITO MAIS!) profissionais ruins. Fico pensando por que seria isso. Devem achar que é fácil ser designer.
FEntão fica dito, em forma de outro alerta: Não é fácil. Ser designer demanda olho, punho, esforço e, não se enganem, estudo. Não falo de necessariamente de estudo formal, de universidade, mas de pesquisa, de humildade pra entender que você não sabe metade do que tem pra saber, que precisa constantemente ir atrás do novo.
Pra falar a verdade, ser designer é gostoso como ser mãe (imagino, já que não tenho filhos a não ser aquelas peças que são um verdadeiro parto), mas, usando a mesma analogia, dá uma canseira sem igual!