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Dec 3, 2010

Pootz!

Eu não escrevo desde setembro?! Inxi!

Fato é que estive sem tempo. Essa é sempre a desculpa, claro, mas é verdade. E a culpa é do objeto de conversa do último post: O projeto de conclusão.
Miseravi das costa ôca.
Mas tá acabando. O milagre de eu ter tempo agora pra escrever só se deve ao fato de que tô imprimindo ali a parte escrita antes de sair correndo pra entregar na universidade e está demoraaaaando demais.
Não que eu esteja reclamando da minha impressora. Longe disso. Ela é uma vitoriosa!

Teve isso do projeto de conclusao e também tem uama novidade boa: Fui contratada pela Multi Comunicação. Ok, é novidade velha, então não é novidade, mas, enfim, eu não tinha falado disso ainda.

Agora eu sou gente. Aliás, não sou. Até dia 16, data da apresentação do projeto, sou zumbi. Semana que vem, sou gente!
Uhu!
Opa!
A impressão acabou. Beijos!

Sep 27, 2010

Reinações de Narizinho

As coisas finalmente estão andando com o meu projeto de conclusão, e por isso não tenho postado há tanto tempo. Tiro um minutinho do meu dia para apresentar a Emília mais linda de todos os tempos:
O traço é de Mateus Barros (http://www.flickr.com/mateusbarros) e a digitalização é minha.
Esse é só o conceito da personagem. Breve eu posto mais cenas do livro que, diga-se de passagem, está ficando lindo!

Aug 2, 2010

Jul 31, 2010

15 minutos

Tem trabalhos que tomam muito tempo, paciência, ideias medíocres e tentativas errantes até que tomem uma forma aceitável. Outros, têm a gentileza de se realizarem, como por vontade própria, em 15 minutos. Foi o caso desse email marketing, feito na Multi, por demanda de um dos clientes:


Agora, ainda bem que deu certo em 15 minutos, porque era exatamente esse o tempo que eu tinha pra fazer essa peça. Gostaria de ter tido a oportunidade de pensar um pouco mais em o que fazer pra melhorar, mas não houve tempo. É triste quando as coisas são 'pra ontem' (como elas teimam em ser com bastante frequencia).

Jul 14, 2010

Jul 4, 2010

Minha Cara

Tenho pensado seriamente em como vou fazer meu portifólio. O site, quero dizer, o pontocom. Que estética vou dar a ele, que tipo de interação, de movimento? Sabe, fato é que eu não tenho muita experiência com web. Paguei a disciplina, fiz o trabalho, e pronto. Não sei programar nada. E, pelo fato de não saber programar, sempre adiei a história de fazer meu próprio portifólio online.
Aliás, uma dúvida: Portifólio ou portfolio? Mandem suas opiniões. Eu realmente não sei.
Enfim, decidi deixar de preguiça e aprender a programar pra fazer logo esse denando desse site. Ótimo, o tutorial do Lynda eu já baixei e hoje, sem falta, começo a assitir. Mas e o layout? E O LAYOUT?!
Não consigo me desprender da estética do meu cartão de visitas, nem consigo admitir que a ideia super ultra mega legal que tive para dito cartão não foi tão bem sucedida assim. Veja bem:








Em tese, o que eu precisava fazer era com que na parte branca muitos elementos em magenta e amarelo se misturassem com a verdadeira informação, que está em ciano. Quando o papel vermelho translúcido fica por cima, o que é amarelo e magenta fica neutralizado e o que é ciano escurece. Assim, o vermelho filtra a informação, e dá pra ler.
Brilhante, não é? Pois é, mas não funciona muito bem. Quer dizer, funcionar, funciona. Mas as pessoas não entendem bem a lógica e acabam não conseguindo ler - até porque eu coloquei a informação importante em uma letra muito pequena.
Bem, fato é que vou ter que imprimir tudo de novo. Espero conseguir usar o mesmo conceito de forma mais eficiente, com layout mais legal. Mas, que layout? QUE LAYOUT?!
É uma complicação inventar uma identidade visual pra si mesma, sabe? Gosto da ideia de usar CMYK, mas tenho medo de ficar com cara de gráfica, batidíssima. Talvez eu devesse ser mais neutra, mostrar versatilidade. Mas que coisa mais tediosa que é a neutralidade. Neutralidade não é versatilidade, não é, Helvetica?
Enfim. Muitas dúvidas na minha cabeça. Muitos pontos de interrogação seguidos de exclamações. Mas pelo menos estou me organizando.

Jul 1, 2010

Curso de Sommelier

Conheci um menininho, na época com uns cinco anos, que chamava qualquer momento passado de "Ontem" e qualquer momento futuro de "Amanhã". Acho que usei o termo 'amanhã' de forma tão vaga quanto RJ quando tinha cinco anos.

Mas enfim, estou postando hoje. Escolhi falar de um trabalho de que me orgulho imensamente, que fiz há pouco menos de um ano, o panfleto virtual do curso de Sommelier.


O cliente: meu pai. Ele queria muito fazer um curso de sommelier, mas o ministrante só iria dar o curso em Campina Grande se houvesse alunos o suficiente. Então, claro, decidimos fazer com que os emails de divulgação do evento (que vinham com um documento em word meio nojento anexado, descrevendo o programa) ficassem mais bonitos.

O processo projetual de qualquer coisa quase que invariavelmente começa com uma pesquisa por similares. Comecei por aí também: O que já foi feito por outras pessoas para peças relacionadas a vinho? Entrou tudo, publicidade, cardápios, folhetos informativos. Tudo muito sóbrio e elegante. E meio repetitivo.

Veja bem, eu tinha acabado de comprar minha tablet e estava louca para usá-la. A ideia (tá bom, manu, eu vou abolir o acento de idÉia só por você) de formar a imagem com as palavras veio não sei exatamente de onde, como acontece mesmo com as ideias. Acho que lembrei do vocabulário novo que meu pai estava adquirindo: taninos pra cá, buquet pra lá, merlot, cabernet, decantar, desgustar, aroma de couro (COURO!)...

Recorri ao Sr. Google e aos glossários de enologia para me guiar. No Photoshop, as coisas foram tomando forma. Não tinha como correr de uma paleta de cores que estrelava o verde e o vinho. Para a informação direta, um pretinho básico.

E é incrível: Pegue qualquer garrafa de vinho. Veja o rótulo. A tipografia utilizada ou é caligráfica, ou é a gloriosa Trajan. Por isso, a escolha de fonte também não foi difícil. Para combinar com a Trajan, a também linda Centaur.

Acho que o que estraga o panfleto um pouquinho é a logo do CAV. Mas aí já não é culpa minha...
Enfim, fiquei feliz no final. Deu trabalho, mas gostei do resultado, assim como meu pai e o próprio ministrante do curso. Adaptei o panfleto para ele utilizar em outras cidades onde daria o curso, e completei com um programa de 3 páginas, com mais informações e detalhes. Ainda ontem (ontem, ontem mesmo) estava fazendo mais uma versão do programa, para mais um curso que será dado. Feliz da vida.

=D

Jun 30, 2010

IDÉIA

Com um acento bem grandão no E. Porque vovó escreveu flôr até o fim e eu também tenho o direito de ser antiguinha.
Jájá cumpro o que prometi no post passado.

Jun 17, 2010

Oi, prazer.

Depois do post anterior, acho que devo começar do começo: Olá, prazer. Sou Juliana Guimarães Sauvé (pronuncia-se Sovê. Piadinha com as palavras suave e sorvete não serão nem um pouco inéditas, pode ter certeza. ;D), designer em formação pela UFPE. Originalmente, sou de Campina Grande, Paraíba, mas vim estudar em Recife com promessas de fortuna e felicidade. No fim do ano, este “em formação” aí em cima vai ser tornar “formada”. Basta eu conseguir projetar um ebook para iPad do livro Reinações de Narizinho. O processo criativo (e enlouquecetivo) com certeza será postado por aqui.

Fiquei em dúvida sobre até que ponto posso falar sobre o trabalho que exerço na empresa onde estagio aqui no blog. Até onde seria discreto e aceitável? Esperando que não haja problemas, começarei pelo menos falando de minha posição: estagio na Multi Comunicação Corporativa, em Recife, que é uma empresa que trabalha com assessoria de imprensa, comunicação corporativa interna, entre um monte de outras coisas. Faço também trabalhos freenlance para outros clientes menores. Na Multi, trabalho principalmente com peças digitais, como newsletters e email marketing, e com alguns impressos, informativos, folders e revistas. Tudo muito gostoso de se fazer.

Como freelancer, já fiz um bocado de coisas. Identidades visuais, papelaria, convites, folders, cardápios, livros. Como aluna de design, a lista aumenta ainda mais: sinalização, encadernação, capas de DVD, outdoors e lá vai. Como inxirida, já fiz algumas coisas que pode-se chamar de arte, principalmente quadros com recortes de papel. Minhas galerias são as paredes das casas dos amigos. Tudo isso você pode conferir no www.julianasauve.carbonmade.com.

Fazer design é a delícia e a frustração da minha vida. Dar forma às idéias, conseguir transformar a página em branco naquele trabalho que enche os olhos e arranca elogios das bocas mais difíceis é como ver nascer um filhinho, como diz Dani, minha chefa imediata na Multi. Ao mesmo tempo, ter aquela idéia fabulosa na cabeça e simplesmente não conseguir transportar pra o mundo físico é se sentir meio perneta. Pior ainda é não ter nem mesmo a idéia fabulosa. Ou ver a idéia fabulosa ser sumariamente rejeitada pelo cliente.

Ah, o cliente. Não fosse ele, fazer design seria a profissão mais maravilhosa do mundo. Mas isso é conversa pra outra hora.

Amanhã vou escolher um trabalho já terminado e falar um pouco sobre ele. Tentem não ficar ansiosos demais.

:D

Beijas!

Soprando as teias de aranha

Andei observando que todo designer que se preze tem um blog em paralelo ao portifólio, ou até junto dele. Percebi que é uma boa estratégia: faz parecer que, se você está se dando ao trabalho de mostrar às pessoas o seu processo criativo, deve ser porque ele vale a pena ser visto. Mesmo que ninguém, nem a mãe deles, leia o danado do blog, dá uma cara de profissional pra o designer. Ele se auto-valoriza, e consequentemente é valorizado. Só precisa de um espacinho no universo digital infinito e está feito. Coisa de gênio.

Este blog aqui foi minha primeira empreitada em um portfifólio digital, há uns dois anos. Depois descobri o Carbonmade e o espaço ficou abandonado às teias de aranha. Talvez Bruce tenha passado por aqui também, às vistas da bagunça que encontro (Bruce é o morcego que visita meu apartamento às vezes, sem ser convidado, o safado). Não que o Carbonmade se encontre atualizadíssimo – acho que postei trabalhos por lá pela última vez em janeiro. Faz até vergonha.

A idéia agora é fazer uma faxina. Uma faxina, não, uma reforma. Ou uma construção do zero mesmo, sejamos honestos. O blog vai virar blog, igual aos desses designers interessantíssimos que rolam por aí. O Carbonmade vai ser atualizado com os trabalhos mais recentes (e mais legais, se Deus quiser), os cartões de visita serão reimpressos (e distribuídos, talvez?) e, por fim, o portifólio vai se mudar do Carbonmade para um pontocom só meu. E a Juju vai virar designer. A Juju vai até se formar no fim do ano, olha, que chique! Cruza os dedos e torce por mim.

Melhor deixar logo de ser Juju. Juliana Sauvé é um nome tão de designer, não concorda? Pois neste post, ainda posso ser Juju. Explicado o projeto da construção, a partir do próximo post, visto-me de designer de verdade. E arrumarei do que falar.

Até breve!