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Apr 1, 2011

O forró daqui é melhor do que o seu

Tem projetos que valem a pena serem feitos, não pelo dinheiro, mas pela satisfação pessoal. Ano passado, fiz um desses. Foram duas coleções de layouts para o empreendimento da minha amiga Bete Almeida, a Jelly Papier, que faz ímas de geladeira a partir de imagens interessantes, pôsteres de filmes, tirinhas, etc.

Bete me pediu, em favor de nossa amizade, que eu produzisse uma coleção com haikais de Paulo Leminski e outra coleção comemorativa para o São João de Campina Grande (PB), nossa cidade natal (que, por sinal. tem o maior São João do mundo. Se você não viu, vá ver que coisa boa!).

Morro de orgulho da coleção de Leminski, mas essa eu mostro depois. Hoje eu orgulhosamente apresento a coleção de Campina Grande:

Nesses, usei como base dois monumentos que existem em Campina, dois dos maiores pontos turísticos da cidade. Um deles é a estátua de Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. Com a ajuda da tablet e de uma boa foto do local, decalquei tudo no nosso amigo Photoshop (sim, decalquei. Não me peça para desenhar do nada) e brinquei com a letra de uma música que não é de nenhum dos dois ("É proibido cochilar", de Antônio Barros), mas se encaixou direitinho com a cena que eles formam.

O outro monumento é dos Tropeiros da Paraíba, que representam os fundadores da cidade. Neles, inseri a letra de um dos hinos de Campina, de Jackson do Pandeiro, o Forró de Zé Lagoa. Eu acho super divertido!

Bete só produziu esses para o Salão de Artesanato do ano passado, mas eles acabaram antes que eu tivesse a chance de comprar. Ou seja, não tenho nenhum dos ímas feitos por mim enfeitando minha própria geladeira...

Quero fazer uma linha todinha minha, bem variada, para a Jelly Papier. O que vocês acham?